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fev 09

Síndrome Do Pânico: Saiba Como Tratar Esse Mal

LIFE&STYLE

A PSICÓLOGA E PSICANALISTA, KATIA MARCONI, FALA SOBRE A SÍNDROME DE PÂNICO, QUE ATINGE, EM SUA MAIORIA, MULHERES NA FAIXA ENTRE 30 E 50 ANOS

Marina é a típica mulher dos dias de hoje. Independente, casada, dois filhos, profissional de sucesso. Tem suas fotos e comentários sempre curtidos e compartilhados no Facebook e no Insta, além de muitos seguidores no Twitter. Nos últimos dias, ela não passou bem. Teve taquicardia, dificuldade de respirar, sudorese e um medo absurdo de morrer. Foi ao pronto-socorro, mas seus exames não detectaram nada. Teve indicação para ir ao psicólogo e lá descobriu o seu problema. Ela tem Síndrome do Pânico.

A personagem é fictícia, mas pode ser qualquer mulher, em sua maioria na faixa de idade entre 30 e 50 anos, e que tenha um quadro de Ansiedade Generalizada. A psicóloga e psicanalista, Katia Marconi, explica que nos dias atuais há muita dificuldade das pessoas lidarem com suas perdas. “A sociedade idealizou uma supermulher, que até pode ter conflitos, mas é tão guerreira, que não se abate com nada. Então vêm as perdas e ela não tem o tempo necessário para lidar com elas. O luto faz parte das nossas vidas. É necessário vivê-lo”, afirma.

Katia explica que as perdas, necessariamente, não são só relacionadas aos casos de morte de pessoas queridas. “Algumas vezes pode ser um emprego, a saída de um filho de casa, o fim de um relacionamento. São várias causas que, como não são enfrentadas, acabam gerando essa ansiedade. Assim o que era para ser um luto passageiro, transforma-se em Síndrome do Pânico”, fala, acrescentando que o seu tratamento pode ser realizado por meio de terapias e, em alguns casos, com o auxílio de medicamentos prescritos por um médico.

Sob estresse

Outro problema comumente vivido pelas mulheres e, que pode ser confundido com a síndrome, é o Transtorno de Estresse Pós-Traumático. Com sintomas parecidos, ele é relacionado a morte ou o risco dela. “Este mal pode se desenvolver quando vivenciamos situações na qual nos deparamos com o risco da nossa morte ou de outra pessoa como em assaltos, acidentes e tragédias”, afirma.

Há um ano, a psicóloga desenvolve um trabalho junto com grupos de empresas offshore com problemas de acidente fatal de trabalho. “Faço o acolhimento da família, entrevistas psicológicas e aplicação de testes relacionados ao estresse para evitar que o transtorno se desenvolva”.

Celebridades também enfrentam o problema

A cantora Madonna tem a síndrome. Em entrevista, a rainha do pop informou que sofre de ataques de pânico antes dos shows, mesmo após 25 anos de carreira, isso porque ele acredita que vai decepcionar o público. A Uber model Gisele Bündchen também já revelou sofrer desse mal. Em 2005, durante uma viagem de avião para Barcelona, ela teve claustrofobia. Depois disso, a top decidiu procurar tratamento psicológico para se curar.

 

 

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